Debate das queimadas da Amazônia esconde outra intenção: a de retirar os habitantes do Cerrado, diz Aldo Rebelo

Os mais recentes ataques estrangeiros à política ambiental do Brasil, principalmente com relação às queimadas e ao desmatamento na Amazônia, escondem outros objetivos com consequencias inimagináveis para o nosso País. “O primeiro seria impedir a vigencia do Novo Código Florestal Brasileiro”, diz Aldo Rebelo, ex-ministro, ex-presidente da câmara e jornalista. “Em seguida os ambientalistas querem implantar o desmatamento zero em todo o territorio nacional, e, por fim, desentropizar as regiões de Cerrado ocupadas por agricultores.

— “Eles querem recolocar a vegetação nativa sobre as áreas plantadas, e, por mais incrivel que isso possa parecer, querem também retirar todos os seres humanos que habitam o Cerrado” denuncia.

A campanha internacional contra o Brasil não é só ambiental, envolve também interesses políticos e econômicos”, disse Aldo Rebelo, apontando que o mercado de carbono é o alvo da cobiça dos financistas europeus

— “Isso significa muito dinheiro… eles poluem por lá e querem usar a Amazonia para abater as emissões, mas controlando todo o mercado avaliado em bilhões de dólares. Esse é interesse maior da cobiça estrangeira”.

Segundo Rebelo, o Novo Código Florestal foi feito para atender às demandas de produtores rurais e ambientalistas; no entanto, os ambientalistas se mostram contrários aos pontos que favorecem a produção agrícola em biomas nativos. Como as metas internacionais visam zerar a emissão de carbono, os ataques tem se intensificado, já que o Brasil é um dos únicos países com capacidade de sequestrar o carbono gerado por outros países.

“Há um extremo desses ambientalistas, que é retirar toda a presença humana de áreas preservadas, ou seja, quando se coloca em dúvida o Novo Código Florestal, isso fica em aberto. Ainda mais quando se confunde os biomas com conceitos fiscais, como é o caso da Amazônia Legal. Esse extremismo traria um outro risco, o de ter que retirar toda a presença humana do Cerrado por causa desse tipo de confusão”, alertou.

Fonte Noticias Agrícolas

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