Imagine um mundo onde a produção de energia simplesmente deixou de ser uma preocupação. Seria perfeito. Mas obter energia infinita é impossível.

Imagine um mundo onde a produção de energia simplesmente deixou de ser uma preocupação. Seria perfeito, mas obter energia infinita é impossível, pelo simples motivo de que isso iria contra as leis da física. Várias tentativas de construir um moto perpétuo, ou seja, uma máquina autossuficiente em energia, já foram feitas, mas a coisa é mais complicada do que parece.
Apesar do fato de moto-contínuos serem fisicamente impossíveis de existir, em termos do atual entendimento das leis da Física, a busca por tais dispositivos permanece popular.

O moto perpétuo vai contra as Leis da Termodinâmica e também contra a Lei Áurea da Mecânica, que diz que nenhuma máquina pode ser 100% eficiente, ou seja, gerar energia suficiente para si própria e, pior ainda, mais energia do que gasta. Isso acontece porque, como definiu Antoine Lavoisier, “na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Ou seja, é impossível gerar energia a partir “do nada”.

Se um equipamento precisou de determinada quantidade de energia para começar a funcionar, ele não tem como gerar mais energia a ponto de conseguir se manter em funcionamento eternamente.

Os motos perpétuos acabam sempre violando alguma lei de Newton ou algum princípio da física e por isso existem apenas na teoria.

Os chamados motos perpétuos de primeira espécie acabam violando a primeira lei de Newton, enquanto os de segunda espécie, violam a segunda. Já os teorizados motos perpétuos de terceira espécie lidam com questões de atrito e outras soluções que evitariam que a energia fosse dissipada. Até hoje, nenhum foi provado na prática .

Alguns pesquisadores acreditam que seja possível gerar energia infinita a partir de equipamentos que provem que as leis de Newton estão erradas, algo que ninguém conseguiu em mais de 300 anos. Acredita-se que as falhas existam, mas simplesmente ainda não foram encontradas.

Essas evidências sólidas das leis são chamadas por alguns cientistas de “Castelo de Newton”, algo que eles frequentemente tentam “derrubar”. As esperanças de encontrar falhas nas teorias do cientista britânico estão no campo da física quântica e em outras áreas de estudo ainda menos ortodoxas.

O sistema, também chamado de máquina de movimento perpétuo, desafia os consensos da física, uma vez que rompe com as leis da termodinâmica, e, ainda, a Lei Áurea da Mecânica – a qual estabelece que todo trabalho aplicado deva ser maior ou igual ao trabalho realizado.

Fonte acrediteounao.com/energia

O pequisador independente Saulo Rodrigues de Quevêdo acredita ser possível.
Segundo ele, basta pensar que toda energia pode ser transformada e usar os artifícios da matemática para poder transformar uma determinada potência ou tipo de energia, que pode ser chamada de “potência primária”, em uma outra potência ou tipo de energia, que pode ser chamada de “potência secundária”, sendo que esta potência ou energia “secundária” resultante, venha a ser suficiente para produzir trabalho e ainda parte dela poder ser utilizada para alimentar a potência ou energia “primária”. Logo teremos um “Moto Contínuo” de potência ou energia, com a potência primária gerando a potência secundária e a potência secundária realimentando a potência primária, sobrando uma boa quantidade de energia para realizar trabalho, num ciclo sem fim.
Como pode ser feito?
Por enquanto é segredo, mas já se encontra junto ao INPI, e também junto á instituição Fapemig, empresa sem fins lucrativos, do governo do estado de Minas, documentação referente a um projeto desenvolvido por ele, centrado nesta idéia e que posteriormente
deseja patentear.
O trâmite legal para a liberação da documentação junto ao INPI e a posterior liberação de verbas para este projeto pela instituição Fapemig, que possui uma linha de crédito para financiar inventores independentes, pode demorar até seis meses, segundo informações desta conceituada instituição.

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